

Na manhã da última quarta-feira (02), foi realizada uma reunião no Gabinete do Secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), para tratar sobre a necessidade do reconhecimento dos representantes dos cursos de formação para vigilantes no quadro de segurança privada. Estiveram presentes o assessor do Secretário, Manoel Messias, a assessora do Deputado Federal Sérgio Vidigal, o Vice-Presidente para assuntos jurídicos e institucionais da Fenavist e Presidente do SINDESP/ES, Dr. Jacymar Delfinno Dalcamini, também compareceram o Vice-Presidente para assuntos de Cursos de Formação, o Presidente da ABCFAV, Coronel Francisco Lopes, a assessora executiva Dr.Hivyelle Brandão e a Assistente Jurídico da Fenavist, além do Presidente do SINDESP/MG, Edson Pinto Neto.
O Dr. Jacymar Delfinno apresentou ao Secretário os motivos pela qual a Federação afirma ser imprescindível o reconhecimento dos membros dos cursos de formação como profissionais de segurança privada e não como de ensino, que têm características distintas. Os motivos foram:
Com isso, o Secretário da SRT se comprometeu em analisar a proposta, e posteriormente encaminhar um documento formal acerca da solicitação da federação. Mas afirmou que existe a necessidade para as medidas de previsão expressa dos profissionais de formação no CNE que trata da vigilância e segurança privada. Tais medidas devem ser averiguadas pelo Ministério do Planejamento, orçamento e gestão (MPOG), por intermédio da Comissão Nacional de Classificação (CONCLA) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).


Na manhã da última quarta-feira (02), foi realizada uma reunião no Gabinete do Secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), para tratar sobre a necessidade do reconhecimento dos representantes dos cursos de formação para vigilantes no quadro de segurança privada. Estiveram presentes o assessor do Secretário, Manoel Messias, a assessora do Deputado Federal Sérgio Vidigal, o Vice-Presidente para assuntos jurídicos e institucionais da Fenavist e Presidente do SINDESP/ES, Dr. Jacymar Delfinno Dalcamini, também compareceram o Vice-Presidente para assuntos de Cursos de Formação, o Presidente da ABCFAV, Coronel Francisco Lopes, a assessora executiva Dr.Hivyelle Brandão e a Assistente Jurídico da Fenavist, além do Presidente do SINDESP/MG, Edson Pinto Neto.
O Dr. Jacymar Delfinno apresentou ao Secretário os motivos pela qual a Federação afirma ser imprescindível o reconhecimento dos membros dos cursos de formação como profissionais de segurança privada e não como de ensino, que têm características distintas. Os motivos foram:
Com isso, o Secretário da SRT se comprometeu em analisar a proposta, e posteriormente encaminhar um documento formal acerca da solicitação da federação. Mas afirmou que existe a necessidade para as medidas de previsão expressa dos profissionais de formação no CNE que trata da vigilância e segurança privada. Tais medidas devem ser averiguadas pelo Ministério do Planejamento, orçamento e gestão (MPOG), por intermédio da Comissão Nacional de Classificação (CONCLA) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
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Na manhã da última quarta-feira (02), foi realizada uma reunião no Gabinete do Secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), para tratar sobre a necessidade do reconhecimento dos representantes dos cursos de formação para vigilantes no quadro de segurança privada. Estiveram presentes o assessor do Secretário, Manoel Messias, a assessora do Deputado Federal Sérgio Vidigal, o Vice-Presidente para assuntos jurídicos e institucionais da Fenavist e Presidente do SINDESP/ES, Dr. Jacymar Delfinno Dalcamini, também compareceram o Vice-Presidente para assuntos de Cursos de Formação, o Presidente da ABCFAV, Coronel Francisco Lopes, a assessora executiva Dr.Hivyelle Brandão e a Assistente Jurídico da Fenavist, além do Presidente do SINDESP/MG, Edson Pinto Neto.
O Dr. Jacymar Delfinno apresentou ao Secretário os motivos pela qual a Federação afirma ser imprescindível o reconhecimento dos membros dos cursos de formação como profissionais de segurança privada e não como de ensino, que têm características distintas. Os motivos foram:
Com isso, o Secretário da SRT se comprometeu em analisar a proposta, e posteriormente encaminhar um documento formal acerca da solicitação da federação. Mas afirmou que existe a necessidade para as medidas de previsão expressa dos profissionais de formação no CNE que trata da vigilância e segurança privada. Tais medidas devem ser averiguadas pelo Ministério do Planejamento, orçamento e gestão (MPOG), por intermédio da Comissão Nacional de Classificação (CONCLA) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
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Na manhã da última quarta-feira (02), foi realizada uma reunião no Gabinete do Secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), para tratar sobre a necessidade do reconhecimento dos representantes dos cursos de formação para vigilantes no quadro de segurança privada. Estiveram presentes o assessor do Secretário, Manoel Messias, a assessora do Deputado Federal Sérgio Vidigal, o Vice-Presidente para assuntos jurídicos e institucionais da Fenavist e Presidente do SINDESP/ES, Dr. Jacymar Delfinno Dalcamini, também compareceram o Vice-Presidente para assuntos de Cursos de Formação, o Presidente da ABCFAV, Coronel Francisco Lopes, a assessora executiva Dr.Hivyelle Brandão e a Assistente Jurídico da Fenavist, além do Presidente do SINDESP/MG, Edson Pinto Neto.
O Dr. Jacymar Delfinno apresentou ao Secretário os motivos pela qual a Federação afirma ser imprescindível o reconhecimento dos membros dos cursos de formação como profissionais de segurança privada e não como de ensino, que têm características distintas. Os motivos foram:
Com isso, o Secretário da SRT se comprometeu em analisar a proposta, e posteriormente encaminhar um documento formal acerca da solicitação da federação. Mas afirmou que existe a necessidade para as medidas de previsão expressa dos profissionais de formação no CNE que trata da vigilância e segurança privada. Tais medidas devem ser averiguadas pelo Ministério do Planejamento, orçamento e gestão (MPOG), por intermédio da Comissão Nacional de Classificação (CONCLA) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
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O Dr. Jacymar Delfinno apresentou ao Secretário os motivos pela qual a Federação afirma ser imprescindível o reconhecimento dos membros dos cursos de formação como profissionais de segurança privada e não como de ensino, que têm características distintas. Os motivos foram:
Com isso, o Secretário da SRT se comprometeu em analisar a proposta, e posteriormente encaminhar um documento formal acerca da solicitação da federação. Mas afirmou que existe a necessidade para as medidas de previsão expressa dos profissionais de formação no CNE que trata da vigilância e segurança privada. Tais medidas devem ser averiguadas pelo Ministério do Planejamento, orçamento e gestão (MPOG), por intermédio da Comissão Nacional de Classificação (CONCLA) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
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Com isso, o Secretário da SRT se comprometeu em analisar a proposta, e posteriormente encaminhar um documento formal acerca da solicitação da federação. Mas afirmou que existe a necessidade para as medidas de previsão expressa dos profissionais de formação no CNE que trata da vigilância e segurança privada. Tais medidas devem ser averiguadas pelo Ministério do Planejamento, orçamento e gestão (MPOG), por intermédio da Comissão Nacional de Classificação (CONCLA) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
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Com isso, o Secretário da SRT se comprometeu em analisar a proposta, e posteriormente encaminhar um documento formal acerca da solicitação da federação. Mas afirmou que existe a necessidade para as medidas de previsão expressa dos profissionais de formação no CNE que trata da vigilância e segurança privada. Tais medidas devem ser averiguadas pelo Ministério do Planejamento, orçamento e gestão (MPOG), por intermédio da Comissão Nacional de Classificação (CONCLA) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
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